De onde vem cada número.
Toda carta lê o mesmo registro de execuções que o painel interno usa, na janela de 30 dias. Abaixo de 20 execuções decididas, o atributo não aparece.
Confiabilidade
sucessos ÷ (sucessos + falhas) nos últimos 30 dias. Execução em andamento não conta como falha. Mínimo de 20 execuções decididas.
Constância
dias distintos com pelo menos uma execução, sobre 30. Mede presença, não volume.
Volume
faixa fixa (1, 10, 30, 100, 300, 1000 execuções/mês). Faixa fixa e não relativa: agente novo entrando não muda a nota de quem já estava.
Velocidade
duração mediana comparada com a mediana dos agentes do mesmo tipo (log₂). Comparar tipos diferentes na mesma régua seria injusto: um job de infraestrutura leva minutos, uma volta de conversa leva segundos.
Autonomia
nível declarado na ficha (0 observa · 1 relata · 2 edita e abre PR · 3 e 4 reservados). É configuração, não medição.
Experiência
dias desde a primeira execução registrada, com teto em 180.
As regras que valem para todas
- 1Atributo sem amostra suficiente aparece como “—”, nunca como zero.
- 2Execução em andamento não conta como falha.
- 3Velocidade é comparada dentro do mesmo tipo de agente.
- 4Motivo de falha aparece por categoria, nunca a mensagem original.
- 5O único texto escrito por gente na carta é o resumo. O resto é medição.
As faixas de volume são fixas (1, 10, 30, 100, 300, 1000 execuções por mês) e não relativas ao maior agente do baralho. Faixa relativa faria a nota de todas as cartas mudar quando um agente novo entrasse — sem nada ter acontecido com o agente que você estava olhando.